24 de março de 2012

Um copo de água fria

Episódios da Grande Guerra

Durante uma longa viagem em estrada de ferro, estava eu, há algum tempo, num dia de extenuante calor, em companhia dum oficial de cavalaria, que tinha tomado parte em alguns combates na grande guerra.

Contou-nos alguns episódios, mas nenhum me impressionou tanto como o que se segue:

- Foi, diz ele, no dia seguinte ao duma vitória custosamente ganha com esforços e cansaço extraordinários. Tinham-me encarregado de levar uma ordem importante à retaguarda, quando, no momento de partir, o meu cavalo, estafado, recusou marchar; mancava e não podia mesmo caminhar. Sem demora, fui buscar outro; este era tão bravo e manhoso, que alguns minutos se passaram antes que me tivesse sido possível montá-lo e sujeitá-lo à obediência. Empinava, escoiceava e quando eu estava quase a vencê-lo, estacava ao menor obstáculo e continuava os seus pinotes.

Entretanto, era preciso apressar-me; a mensagem de que eu era portador não admitia nenhuma demora, e a estrada, obstruída com tropas e materiais, dificultava ainda mais a minha viagem. Era meio-dia e estava apenas a meio caminho. O ar estava pesado e abafadiço; nuvens de pó secavam-me a garganta. Estava cansado, meu cantil estava vazio, sentia-me a desfalecer. Numa volta do caminho descobri uma fonte abundante, junto da qual alguns soldados descansavam e enchiam os seus cantis.

Desejava descer para fazer o mesmo, mas o cavalo, como que pressentindo a minha intenção, deu pinotes tão furiosos, que tive de renunciar à minha tentativa, para não excitar os risos grosseiros do acampamento.

Aborrecido com este contratempo, desatei o meu cantil e, dirigindo-me a um dos soldados, o único que parecia não se rir do meu infortúnio, estendi-lho, pedindo-lhe que mo enchesse.

Era de mau aspecto, de sobrancelhas grossas, bem carregada; ainda assim estava eu longe de esperar resposta tão cruel:

-Encha-o você!

Diante destas palavras, a minha cólera não teve limites.

- Desgraçado! - gritei-lhe; - tomara um dia o encontre a morrer de sede e a pedir um copo de água fria, para eu ter também o prazer de lho recuar!

Em seguida, dei de esporas ao cavalo e parti numa corrida desenfreada, sem fazer caso dos convites dos outros soldados, que me gritavam que voltasse.

Uma légua depois um rapazinho, compadecido, deu-me água, a mim e ao meu cavalo. Em troca dei-lhe um punhado de dinheiro, mas, comparando a prontidão que ele teve em me servir com a conduta dos meus companheiros d'armas, senti como que uma onda de ódio a revolver-se dentro de mim.

O rosto daquele soldado gravou-se-me em traços indeléveis na imaginação; e jurei procurá-lo - Deus me perdoe! - até me poder vingar. Durante dois anos, nos campos de batalha, entre os moribundos, continuei sem resultado esta busca ímpia. Enfim, chegou o dia.

Em resultado de alguns ferimentos fui levado para um hospital de guerra. Não estando ainda em estado de retomar o meu serviço, empregava o tempo a cuidar dos que estavam mais feridos do que eu.

Nunca me senti tão compadecido para com os pobres soldados como no meio destas cenas de dor e de sofrimento, das quais os campos de batalha não dão idéia nenhuma. Tinha verdadeiro prazer em aliviar-lhes as dores e alegrá-los.

No meio destas novas ocupações, esqueci o meu "inimigo." Era assim que eu chamava ainda aquele que me tinha recusado o copo d'água fria.

Depois duma grande batalha, muitos feridos vieram para o nosso hospital. Todas as salas ficaram repletas; o calor era medonho, e os doentes sofriam cruelmente de sede e da atmosfera abrasadora da sala. De todas as camas gritavam: Água ! Água ! Água !

Peguei num copo e num balde d'água gelada, e fui de fileira em fileira, distribuindo o líquido precioso a todos os que o pediam. Só o cair da água no copo já lhes fazia brilhar a alegria nos olhos abrasados pela febre.

Quando eu andava pelo meio das coxias entre as camas, um homem deitado do outro lado da sala levantou-se de repente, gritando:

- Água! Água! Pelo amor de Deus!

Fiquei horrorizado. Tudo o que me cercava desapareceu aos meus olhos e não via senão a ele. Era o que me tinha recusado um copo de água fria!

Aproximei-me, mas não me reconheceu. Caiu exausto sobre o travesseiro, com o rosto voltado para a parede. Então senti comprimir-se-me a alma, ouvi uma voz dentro de mim a dizer distintamente:

- Faze-lhe ouvir o barulho da água, passa e torna a passar diante dele, dá a todos os que o cercam e não a ele. Vinga-te.

Mas ao mesmo tempo ouvi o murmúrio doutra voz. Uns dizem que era a voz da minha consciência; outros a de Deus, e outros ainda o resultado das lições de minha mãe. Fosse qual fosse, esta voz dizia:

- Meu amigo, é hoje o dia propício e a hora de pagar o mal com o bem, de perdoar, como Jesus te perdoou. Vai e dá de beber ao teu inimigo.

Um movimento involuntário me arrastou para a sua cama; amparei-lhe a cabeça com o braço e aproximei o copo dos seus lábios febris.

Oh! Como bebeu! Nunca esquecerei sua expressão de alívio e o olhar que me lançou, sem pronunciar palavra. Vi que estava profundamente comovido.O pobre teve de sofrer amputação de uma perna e pedi ao médico autorização para tomar sob os meus cuidados.

Tratava-o dia e noite. Durante muito tempo conservou o mesmo silêncio, até que um dia, quando me afastava de sua cama, agarrou-me pelo paletó e, puxando-me para bem junto de si, disse-me em voz baixa:

- Lembra-se você do dia em que me pediu de beber?

- Sim, camarada; mas o que lá vai, lá vai. Isso acabou.

- Para mim não, continuou; não sei o que tinha naquele dia; o capitão acabara de me repreender; tinha febre, estava encolerizado. Poucos instantes depois fiquei envergonhado com a minha conduta, mas era tarde demais. Há dois anos que o procuro para lhe pedir perdão. Quando reconheci aqui, lembrei-me do que me tinha dito e tive medo. Diga-me: Você me perdoa?

Eu tinha-o procurado dois anos para me vingar; ele me procurou para se humilhar e me pedir perdão. Qual dos dois tinha seguido melhor o espírito de Cristo? Certa confusão se apoderou de mim.

- Camarada, disse-lhe eu depois de uma pausa - você é muito melhor que eu; não falemos mais nisso!

Eu estava presente quando lhe fizeram a amputação. Já o amava como a um irmão. Ele sabia que ia morrer, mas antes confiou-me alguns objetos para mandar a sua irmã juntamente com uma carta que me ditou. Perguntou-me se não haveria na Bíblia uma passagem que tratasse dum copo de água.

- Peço a você, disse-lhe eu, que não torne a falar nisso. Mas ele continuou:

- Você não sabe, meu fiel amigo, o bem que fez em não me recusar o copo de água.Naquela noite a febre do doente aumentou e por vezes parecia delirar. Contudo percebia-se que a sua confiança em Jesus Cristo era completa. Tinha a certeza de estar salvo. Assim o mostrava nas suas orações.

Pela madrugada, mexeu-se, acomodou a cabeça no travesseiro, e fechou os olhos para os não abrir mais neste mundo. Tinha adormecido para só acordar na eternidade.

Ao vê-lo morrer assim tranqüilo e consolado, que grande prazer senti em ter-lhe dado de beber, pagando-lhe assim o mal com o bem! Lembrei-me então destas palavras de Jesus: "Todo o que der a beber a um daqueles pequeninos um copo de água fria, não perderá a sua recompensa."


25 de dezembro de 2011

O Valor da Bíblia

Há muitos anos, existiu um homem muito rico que no dia do seu aniversário convocou a criadagem a sua sala para receberem presentes.Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro. Em seguida dirigindo-se a eles, explicou o motivo de os haver chamado até ali e, por fim, fez-lhes uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta. Essa foi a pergunta feita:

- O que prefere você receber agora: esta Bíblia ou este valor em dinheiro?

- Eu gostaria de receber a Bíblia. Respondeu pela ordem o cocheiro.
- Mas, como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante mais útil!

Recebeu então a nota, de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão. Esse pediu-lhe que permanecesse em seu lugar.
Era a vez do jardineiro fazer a sua escolha e, escolhendo bem as palavras, falou:
- Minha mulher está adoentada e por esta razão tenho necessidade do dinheiro; em outra circunstância escolheria, sem dúvida, a Bíblia.

Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão. Agora, pela ordem, falaria a cozinheira, que teve tempo de elaborar bem a sua resposta:
- Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um vestido novo. - Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; assim, prefiro o dinheiro. Informou a arrumadeira, em poucas palavras. Finalmente, chegou a vez do menino de recados. Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe:

- Certamente você também ira preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz?

- Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir a Bíblia. Minha mãe me ensinou que a Palavra de Deus é mais desejável do que o ouro... Disse o pequeno mensageiro.Ao receber o bonito volume, o menino feliz o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro. Virando outras paginas, foi deparando com outros valores em notas. Vendo isso, os outros criados perceberam o seu erro e envergonhados deixaram o recinto.

A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão: "Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a valorizar a Palavra de Deus."

Pense agora: "O quê pode ser mais valioso do que a palavra de Deus ?"
Tudo aquilo que nós precisamos, Deus tem e deseja que tenhamos.
A nós, basta aceitar o que Ele nos oferece. Coloque Deus em primeiro lugar em sua vida e o resto das coisas tomam o seu lugar!

12 de dezembro de 2011

Reflexão: O Que Realmente Importa

Era uma vez o jovem que recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a um outro rei de uma terra distante.
Recebeu também o melhor cavalo do reino para levá-lo na jornada.
- Cuida do mais importante e cumprirás a missão! - disse o soberano ao se despedir.

Assim, o jovem preparou o seu alforje, escondeu a mensagem na bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada a cintura, sob as vestes. Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte. E não pensava sequer em falhar. Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e
valente rapaz, pronto para desposar a princesa. Aliás, esse era o seu sonho e parecia que a princesa correspondia às suas esperanças.

Para cumprir rapidamente sua tarefa, por vezes deixava a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria. Assim, exigia o máximo do animal.

Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, não lhe aliviava da sela e nem da carga, tampouco se preocupava em dar-lhe de beber ou providenciar alguma ração.

- Assim, meu jovem, acabas perdendo o animal - disse alguém.
- Não me importo - respondeu ele - Tenho dinheiro. Se este morrer, compro outro. Nenhuma falta fará!

Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, o pobre animal não suportando mais os maus-tratos, caiu morto na estrada. O jovem simplesmente o amaldiçoou e seguiu o caminho a pé. Acontece que nessa parte do país havia poucas fazendas e eram muito distantes umas das outras. Passadas algumas horas, ele se deu conta da falta que lhe fazia o animal. Estava exausto e sedento. Já havia deixado pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, pois lembrava da recomendação do rei: "Cuida do mais importante!"
Seu passo se tornou curto e lento. As paradas, freqüentes e longas. Como sabia que poderia cair a qualquer momento e temendo ser assaltado, escondeu as pedras no salto de sua bota. Mais tarde, caiu exausto no pó da estrada,onde ficou desacordado. Para sua sorte, uma caravana de mercadores que seguia viagem para o seu reino, o encontrou e cuidou dele. Ao recobrar os sentidos, encontrou-se de volta em sua cidade. Imediatamente foi ter com o rei para contar o que havia acontecido e com a maior desfaçatez, colocou toda a culpa do insucesso nas costas do cavalo "fraco e doente" que recebera.
- Porém, majestade, conforme me recomendaste, "cuida do mais importante", aqui estão as pedras que me confiaste. Devolvo-as a ti. Não perdi uma sequer.

O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e o despediu, mostrando completa frieza diante de seus argumentos.

Abatido, o jovem deixou o palácio arrasado. Em casa, ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a mensagem do rei, que dizia:
"Ao meu irmão, rei da terra do Norte. O jovem que te envio e candidato a casar com minha filha. Esta jornada é uma prova. Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo. Recomendei que cuidasse do mais importante. Faz-me, portanto, este grande favor e verifica o estado do cavalo. Se o animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem aprecia a fidelidade e força de quem o auxilia na jornada. Se, porém, perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um bom marido nem rei, pois terá olhos apenas para o tesouro do reino e não dará importância à rainha nem àqueles que o servem".

Comparo esta estória com o ser humano que segue sua jornada na vida, tão preocupado com seu exterior, isto é, com os bens, que tudo guarda como se fosse tudo ouro, esquecendo de alimentar também a sua alma e o seu espírito com a alegria e o amor de Deus. Certamente não cumprirá a missão, já que não sabe guardar o que é mais importante . Se você tiver a oportunidade de conhecer pessoas assim , como conheci e conheço a muitos , verá que na intimidade têm mais problemas que você ou eu e são cercados de infelicidades .

Antes que seja tarde , preocupe-se em : será que estou no Caminho que me leva a Deus ?


Fonte: http://www.jesusvoltara.com.br/meditar1.htm

16 de novembro de 2011

Termômetro Ou Termostato?

Algumas pessoas refletem o ambiente onde se encontram,outras o modificam. As pessoas são termômetro ou termostato. Os termômetros mostram apenas qual é a temperatura, enquanto os termostatos determinam a temperatura que o local deve ter.

Nós, cristãos, fomos escolhidos por Deus para transformar os ambientes por onde passamos e não para sermos transformados por eles.

Fomos chamados para iluminar e não para ser mos sufocados pelas trevas deste mundo. Fomos enviados para levar a salvação e não para sermos mais um perdido entre muitos outros. Fomos colocados no mundo para sermos termostatos e não termômetros.

Aqueles que são como termômetros, sofrem a influência do que está ao redor. Refletem egoísmo quando participam de ambientes egoístas. Refletem dúvidas quando são cercados de incredulidade. Refletem insegurança quando não estão cercados pelas mãos protetoras do Senhor.

Quando compreendemos a necessidade de sermos termostato, fixamos uma atmosfera de amor mesmo quando o ódio campeia em muitos corações. Fixamos a fé mesmo quando a desesperança insiste em se instalar nos locais próximos a nós. Fixamos a salvação mesmo quando tudo já parece perdido.

Fomos chamados por Deus para sermos bênçãos em Suas mãos, para levarmos a Palavra de vida e vitória, para testificarda transformação que o Senhor Jesus opera na vida daqueles que nEle crêem. Somos Seus representantes neste mundo. Devemos ser termostatos para que a luz possa brilhar em todos os corações.

Você continua sendo termômetro, adaptando-se ao que aconteceao seu redor ou termostato, transformando os lugares sombrios em jardins agradáveis para todos?

4 de novembro de 2011

ELE CUIDA. E VOCÊ?

"Eu encontrei uma mulher aqui há alguns anos numa lojinha. Ela estava com cerca de sessenta anos de idade, parecia ter cerca de trinta anos de idade. Eu disse: "Como você consegue isto, irmã?".
  Ela disse: "Irmão Branham, eu tenho dois filhos que são médicos que soa mais velhos que você." E com toda honestidade, ela - ela não parecia ter mais de trinta anos de idade. Ela disse: "Aqui está o que foi isto. Quando eu vim para Cristo quando eu estava com cerca de doze anos de idade... E eu sentei e pensei sobre isso. Eu estudei outras religiões, porem quando eu encontrei a verdadeira..." Ela disse: "Eu vim para Cristo e trouxe o meu caso, minha alma, meu tudo para Ele, e". ela disse, "eu jamais tive preocupação desde então". Disse: "Agora, Ele prometeu tomar conta de todos os meus problemas". E disse: "Se Ele não for suficientemente grande para faze-lo, eu sei que, eu sei que eu não sou suficientemente grande para faze-lo; assim qual o motivo para eu me preocupar com respeito". Vêem? É isto!
  Cristo prometeu que tomaria conta de todas as suas preocupações. Deposite seus cuidados Nele. Então sobre o que você está se preocupando? Preocupação provoca pressão; pressão explode. Então simplesmente coloque seus cuidados Nele e pare de preocupar!"
(William Branham, em Deixando Escapar a Pressão § 101 - 103)


  "Por isso, vos digo: não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo, mais do que a vestimenta?
  Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?
  E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?
  E, quanto ao vestuário, porque andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam.
  E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
  Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé?
  Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos?
  (Porque todas essas coisas os gentios procuram.) Decerto, vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas essas coisas;
  Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas."
( S. Mateus 6: 25 - 33)